5 Coisas estranhas que o FBI investigou e não fazias ideia


O FBI é uma polícia que faz parte do Departamento de Justiça dos EUA que faz serviço de investigação e inteligência. Embora já conheçamos bem esta entidade, existem algumas investigações muito estranhas que não fazia sequer ideia.

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5 Coisas estranhas que o FBI investigou

Majestic 12

Majestic 12 era, supostamente, uma organização formada por líderes militares, funcionários do governo e cientistas.

Nos anos 80, circulou um memorando, supostamente seria um documento do governo que tinha vazado, que levou à investigação dessa organização.

Nesse documento, havia correspondências entre o Presidente Eisenhower e a CIA, confidenciais, sobre a investigação de aeronaves alienígenas.

O FBI, em conjunto com o Escritório de Investigações Especiais da Força Aérea, concluíram que os documentos circulados eram falsos.

Louie Louie

O FBI também investigou a música Louie Louie, composta por Richard Berry em 1955, regravada por The Kingsmen, cujo vocalista era Jack Ely.

Jack cantava de uma forma peculiar, arrastando algumas palavras, o que tornava partes da letra imperceptíveis. Por isso, muitas pessoas acreditavam que a letra tinha algo de obsceno, motivo que levou à investigação por parte do FBI.

A investigação durou dois anos, concluindo num arquivo com mais de 100 páginas que a letra não era de possível decifração, independentemente da velocidade com que é ouvida.

Pé Grande

Na década de 70, o FBI abriu uma investigação sobre as afirmações de um criptozoologista sobre Pé Grande. Ele afirmava que havia evidências físicas de sua existência.

Depois de algumas análises feitas, concluiu-se de que se tratava de uma família de cervos, e não do monstro.

Ernest Hemingway

O FBI andou a investigar o escritor Ernest Hemingway, concluindo um arquivo com mais de 120 páginas.

O escritor, já nos fins de vida, dizia aos seus amigos que estava a ser espionado pelo FBI, e tinha toda a razão.

Desde a II Grande Guerra que Hemingway suscitou interesse por parte do FBI, mas principalmente depois das suas viagens a Cuba.

Inga Arvad

A jornalista dinamarquesa Inga Arvad não passou ao lado das investigações do FBI, na II Guerra Mundial. A jornalista mudou-se para os Estados Unidos da América, escrevendo para o Washington Times Herald.

Chegou a entrevistar Hitler, o qual afirmou que Inga era o exemplo de beleza nórdico perfeito.

Foi essa ligação a Hitler que fez despertar a curiosidade e o temor do FBI, que suspeitava que a jornalista fosse uma espiã.

A única coisa que descobriram foi que a jovem tinha um caso com Jack que era, na verdade, Kennedy, na época com 24 anos.